Pós-Doutorandos

Drª. Priscila Brigide
Nutrição, 1996, Universidade Metodista de Piracicaba; M.S. Ciência dos Alimentos, 2002, ESALQ USP; Dr. Ciência, 2009, UFAL; Pós-Doc Ciência e Tecnologia de Alimentos, 2013, ESALQ USP.
Fones: (28) 3552-8719 ou (28) 3552-8721
 
Projeto: Elaboração de pão de mandioca bioforticado com Fe e Vitamina A
Resumo: As deficiências de ferro e de vitamina A apresentam-se como problemas de Saúde Pública. afetando tanto a população com nível sócio-econômico mais baixo quanto aqueles mais favorecidos. Para enfrentar essa problematica a biofortificação de alimentos visa combater a incidência de anemia e cegueira na população de baixa renda, ao introduzir cultivares que apresentam maior conteúdo nutricional, tais como ferro, vitamina A,em feijão e mandioca obtidas pela técnica de biofortificação. Estes alimentos enquadram-se no contexto do mercado consumidor que almeja produtos diferenciados, especialmente com aspectos nutricionais relevantes. O presente trabalho visa elaborar pão de mandioca contendo farinha feijão biofortificado em sua composição. Assim como quantificar o teor de ferro e biodisponibilidade de ferro. Os dados serão analisados estatisticamente (Tukey 5%), pelo programa SAS. Será realizadao a Análise Sensorial. Considerando o valor nutricional dos alimentos biofortificados, justifica-se esta pesquisa devido ao aumento do consumo de pães e a crescente importância destes alimentos biofortificados.
 

 
Drª. Suelen Alvarenga Regis
Economia Doméstica, 2008, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ; M.S. Produção Vegetal (ênfase em Tecnologia de Alimentos e Constituintes Químicos Vegetais), 2010, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF; Dr. Produção Vegetal (ênfase em Tecnologia de Alimentos e Constituintes Químicos Vegetais), 2015, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF.
 
Fones: (28) 3552-8719
 
Projeto: Efeito da adição de café conilon em blends com café arábica na aceitação, nas características sensoriais da bebida e nas percepções dos consumidores.
Resumo: O café arábica (Coffea arabica L.) e o café conilon (Coffea canephora P.) são as duas principais espécies de café produzidas no Brasil. A comercialização do café conilon é prejudicada devido a preconceitos, como o de que "o conilon é de pior qualidade em relação ao arábica", que "o conilon só serve para café solúvel" ou que "a mistura de café conilon com o café arábica sempre piora a qualidade do produto final". Por meio de métodos sensoriais, pode-se verificar a veracidade dessas informações e, possivelmente, auxiliar na desmitificação da utilização do café conilon no preparo de bebidas de qualidade. Desta forma, por intermédio de métodos sensoriais recentemente propostos, pretende-se avaliar o efeito da adição de café conilon, em blends com café arábica, na aceitação e nas características sensoriais da bebida e nas percepções dos consumidores de café. Este estudo fornecerá informações de grande utilidade a produtores e às indústrias do setor, além disso, permitirá agregar valor ao café conilon produzido no Estado do Espírito Santo, desmitificando sua utilização em preparo de bebidas dequalidade.
 

 
Drª. Sandra Mariotto
Doutora em Genética e Evolução pela Universidade Federal de São Carlos (2008), graduação em Ciências Biológicas pela Universidade de Cuiabá (1999), mestrado em Ecologia e Conservação da Biodiversidade pela Universidade Federal de Mato Grosso (2003). Atualmente é professora do Instituto Federal de Mato Grosso, desenvolvendo pesquisas em parceria com a UFMT. UEPG, UNESP. Orientadora de pesquisa em nível de Mestrado pelo IFMT. Tem experiência na área de Genética, atuando principalmente nos seguintes temas: citogenética,  marcadores cromossômicos e moleculares, genética de microrganismos, genética aplicada a piscicultura e a vetores de doenças , biotecnologia aplicada, microbiologia.
 
Fones: (28) 3552-8719
 
Projeto: Identificação e seleção de bactérias extremófilas do Pantanal mato-grossense para a busca de potenciais enzimas com aplicação comercial
Resumo: Os Procariotos foram separados em dois grupos distintos há mais de duas décadas: o domínio Bacteria e Archae. Os organismos de Archaea, inicialmente, foram associados a ambientes extremos, mas com o advento dos estudos moleculares pode se constatar sua ocorrência em diversos habitas. O interesse por estes organismos se deve ao fato de muitas espécies, apresentarem características de resiliência ambiental distintas dos demais procariotos. O interesse pelos termófílos e halófilos tem aumentado consideravelmente nos últimos anos pela observação das características naturais e in vitro, como suporte a manipulação em temperaturas acima de 50 graus Celsius, e ou alta salinidade. Uma vasta variedade de microrganismos nativos ainda é desconhecida da ciência, e podem produzir substâncias importantes. Microrganismos extremófilos, para sua manutenção, produzem enzimas com características mais termoestáveis do que aquelas produzidas por mesófilos. Essas enzimas termoestáveis são de grande interesse, uma vez que a temperatura, sem perda de atividade, pode ficar em torno de 70ºC. Além disso, os processos que ocorrem em altas temperaturas e ou concentração salina, têm menor risco de contaminação por mesófilos, e a diminuição da viscosidade do meio permite trabalhar com elevadas concentrações de substrato. Algumas baias do Pantanal de Mato grosso possuem pH levemente ácido a neutro e condutividade elétrica variável, sendo habitadas por plantas aquáticas flutuantes e submersas. Outras apresentam, em geral, pH neutro a levemente alcalino, condutividade elétrica média, ocorrência de macroalgas e plantas aquáticas vasculares. Nas salinas as condições são consideradas extremas, o pH é alcalino, a condutividade elevada e não ocorrem plantas aquáticas. Os microrganismos presentes nas distintas baias podem ser potenciais produtoras de enzimas com aplicação comercial. Esta proposta visa cultivar, selecionar e caracterizar bactérias extremófilas dessas baias, além de isolar potenciais organismos que metabolizam enzimas e que poderiam ser úteis a nível comercial. As coletas dos dados limnológicos e dos microrganismos serão feitas no ambiente natural e, após análises do ambiente das baias, através de uma sonda multiparâmetro, os microrganismos serão conduzidos para cultivo em meios e temperaturas seletivos, simulando o ambiente natural. Através de isolamentos de colônias, análise genética e testes bioquímicos, as melhores linhagens serão selecionadas e testadas para verificar os componentes enzimáticos das células. Os melhores componentes serão testados quanto ao seu potencial de resistência a temperatura e pH para possíveis aplicações em escala comercial.
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